Contato
Conte o que a sua empresa faz. A gente responde com o próximo passo.
Não precisa saber o que quer, nem ter texto, logo ou domínio. Duas linhas sobre o seu negócio bastam para começar — o resto a gente pergunta.
Quem responde é quem faz o trabalho — sem central de atendimento, sem protocolo.
Comece por aqui
A mensagem abre pronta no WhatsApp — você revisa e envia. Nada é enviado a partir deste site.
A mensagem, como vai abrir no seu WhatsApp
Depois que você manda
O que acontece com a sua mensagem
Sem funil, sem sequência automática. Quatro coisas, nesta ordem.
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Uma pessoa responde
Não é robô, não é "recebemos a sua mensagem". Quem responde já leu o que você escreveu e devolve a primeira pergunta — ou o primeiro caminho, quando ele já está claro.
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As perguntas
É a parte mais longa, e é de propósito. O que você faz, para quem, o que mais perguntam, o que você quer que aconteça quando alguém abre a página. Vai em rodadas, no seu ritmo, até que nada do que vai ao ar dependa de suposição.
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Você vê antes
Estrutura, textos, telas no celular e no computador — cada etapa passa por você antes de virar a seguinte. Nada é publicado sem a sua aprovação.
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No ar, e depois
Publicado, o canal continua o mesmo. Alteração, foto nova, página a mais: você pede do jeito que já fala com a gente. O que vem depois da publicação é combinado no projeto.
Para quem nunca contratou
Como pedir um site
sem entender de site
Quase todo mundo que chega aqui nunca contratou um site na vida, e quase todo mundo chega achando que precisava ter feito uma lição de casa antes. Não precisava. Este guia mostra o que importa de verdade na hora de pedir — e o que você pode deixar com a gente.
O que você precisa ter em mãos
Menos do que você imagina. Para começar uma conversa sobre o site da sua empresa, bastam quatro coisas: o nome da empresa, o que ela faz, um número de contato e as fotos que já existirem — mesmo que sejam as do celular. Se você tem um logo, ótimo. Se não tem, isso é assunto para outra hora, e nem sempre é o primeiro.
O que você não precisa ter: texto pronto, lista de páginas, domínio registrado, hospedagem contratada, referência de site que você gosta, paleta de cores. Tudo isso pode existir, e quando existe a gente aproveita. Mas nada disso é condição para começar, e muita gente adia por meses uma conversa de dez minutos porque acha que precisava chegar com o dever feito.
Há uma coisa que ajuda muito, e é a única que só você tem: saber o que os seus clientes mais perguntam. Onde fica, qual o horário, quanto custa, atende no fim de semana, faz entrega, trabalha com tal marca. Você responde isso todo dia; anotar as cinco perguntas mais frequentes já dá metade da estrutura de um site.
O que escrever na primeira mensagem
Três frases resolvem. O que a sua empresa faz. Para quem ela vende. O que você gostaria que acontecesse quando alguém abrisse o site — pedir orçamento, ligar, reservar, ir até a loja, mandar mensagem.
Um exemplo real de primeira mensagem, com o nome trocado: "Tenho uma oficina de funilaria e pintura, atendo particulares e seguradoras. Quero que a pessoa veja o serviço e já peça o orçamento pelo WhatsApp." Isso é o suficiente. A partir daí a conversa é nossa responsabilidade, não sua.
Se escrever não é o seu forte, mande áudio. Muita gente explica o próprio negócio muito melhor falando do que digitando, e a gente devolve por escrito o que entendeu, para você confirmar. O formulário no alto desta página monta a mensagem para você; o botão do WhatsApp ao lado dele abre uma conversa em branco, para quem prefere começar do seu jeito.
O que não precisa ir na primeira mensagem: quanto você quer gastar, prazo que você tem em mente, quantas páginas acha que precisa. Essas coisas aparecem na conversa, depois que a gente entende o que o seu site tem que fazer — porque é isso que define todo o resto.
As perguntas que vamos fazer — e por que são tantas
Aqui está a parte que surpreende quem contrata pela primeira vez: a gente pergunta muito. Em rodadas. E cada rodada gera novas perguntas, porque a resposta de uma abre outra que não existia antes.
Um exemplo de como isso funciona na prática. Num projeto de casas de temporada, a conversa foi até a contagem de camas de cada quarto de cada casa — porque a capacidade anunciada precisa bater com o que existe lá dentro, e quem reserva para dez pessoas vai contar as camas ao chegar. O anúncio antigo trazia três distâncias diferentes até a praia; a gente mediu no mapa e publicou uma só. Aceita animal? Berço para bebê? Bebê conta na capacidade? Cada resposta virou uma linha do site que alguém vai ler, acreditar e usar para decidir.
É por isso que são tantas. Cada frase do seu site é uma afirmação que a sua empresa está fazendo em público. Se a informação está errada, o cliente descobre no pior momento — na porta, no balcão, no telefone — e a culpa é do site. O que não foi confirmado por você não vai ao ar. O que você não sabe de cabeça, a gente ajuda a apurar.
Elas chegam marcadas por prioridade. O que trava o site sobe primeiro: o que a empresa faz, o que ela não faz, o contato certo, o que precisa estar na primeira tela. O que pode esperar — a foto de um serviço secundário, o texto de uma página que ainda não existe — fica para uma rodada seguinte, sem segurar o resto. E quando uma resposta contradiz outra, a gente aponta: se a capacidade anunciada não bate com a soma das camas, alguém precisa conferir antes de publicar, e esse alguém somos nós.
As perguntas vêm agrupadas, com prioridade, no seu ritmo. Você responde do balcão, no intervalo, à noite. Ninguém marca reunião para isso, e ninguém precisa responder tudo de uma vez. O que fica em aberto fica anotado como aberto, e o site sobe com o que está confirmado.
O que você não precisa decidir agora
Existe uma lista de coisas que parecem decisão do cliente, mas que nascem das respostas — e por isso não precisam ser decididas antes da conversa:
- Quantas páginas o site vai ter. Isso sai da lista de serviços e das perguntas que os seus clientes fazem. Um site com três páginas boas vende mais que um com vinte páginas vazias.
- As cores e o tipo de letra. Se a sua empresa já tem uma cara — fachada, uniforme, embalagem, logo — o site nasce dela. Se não tem, a gente propõe e você escolhe entre opções, vendo na tela.
- Domínio e hospedagem. Se você já tem, o site vai para onde está. Se não tem, isso entra no projeto: um endereço no seu nome, e o lugar onde o site fica, definidos com você.
- Se vai ter blog, catálogo, área de fotos. Depende do que o seu cliente procura. Uma clínica precisa de páginas por especialidade; uma pousada precisa de fotos e do caminho até a reserva; uma oficina precisa de serviços com orçamento à mão. A estrutura certa é diferente para cada um.
- O texto. É escrito por nós a partir do que você contou, com as palavras que o seu cliente usa para procurar, e passa por você linha a linha antes de ir ao ar.
A única decisão que é sua desde o começo, e que ninguém pode tomar por você: o que a sua empresa faz de verdade e o que você quer que aconteça quando alguém abre o site. O resto é trabalho nosso.
Como saber se um orçamento é sério
Você provavelmente vai conversar com mais de um lugar antes de decidir, e é bom que converse. Aqui vai o que a gente olharia se estivesse do seu lado — vale para qualquer proposta, inclusive a nossa:
- Perguntaram sobre o seu negócio antes de falar de site? Quem manda tabela de preço antes de saber o que você faz vai entregar o mesmo site para todo mundo.
- Você vai ver o trabalho antes de ele ir ao ar? Estrutura, texto, tela. Se a resposta é "você recebe pronto", a surpresa no fim é sua.
- O que é seu continua seu? Domínio no seu nome, e clareza sobre o que você recebe e o que acontece se um dia quiser trocar de fornecedor. Pergunte por escrito.
- Existe alguém para falar depois? Site não termina no dia da publicação. Pergunte como se pede uma alteração e quem responde.
- Promete lugar no Google? Ninguém controla o Google. Quem promete a primeira posição está vendendo algo que não pode entregar.
Nada disso tem a ver com preço. Um orçamento mais caro pode falhar em todos os pontos, e um mais barato pode passar em todos. O que separa é o processo, e o processo você consegue enxergar na primeira conversa.
Depois que o site está no ar
O dia da publicação é o primeiro dia útil do site, não o último do projeto. Nas semanas seguintes é normal aparecer o que só aparece com uso: um serviço que faltou, uma foto melhor que você tirou, um horário que mudou, uma pergunta nova que os clientes começaram a fazer porque agora encontram você.
Por isso o canal continua o mesmo. Você manda a alteração pelo WhatsApp, do jeito que já fala com a gente, e ela é feita e publicada. Como o acompanhamento funciona depois da publicação — o que está incluído, o que é combinado à parte — fica definido no projeto, por escrito, antes de o site ir ao ar. Não existe surpresa depois.
O que você recebe ao final também fica listado no projeto, antes de começar: os textos aprovados, as fotos tratadas, o site publicado no endereço combinado e o que mais tiver sido acordado para o seu caso. Cada projeto é diferente — há quem queira só o site no ar e há quem queira os arquivos em mãos para guardar — e é por isso que isso se combina por escrito em vez de vir numa tabela igual para todo mundo.
E existe uma coisa que a gente pede a todo mundo que publica um site: mande o link. Para quem perguntar, para o grupo de clientes, para a bio do Instagram, para a assinatura do e-mail. Um site que ninguém abre não trabalha; um site que circula começa a trazer a conversa três passos à frente — a pessoa chega já sabendo o que você faz e perguntando só o quando.
Se você leu até aqui, já sabe tudo o que precisava saber para pedir. Conte em duas linhas o que a sua empresa faz — a mensagem abre pronta no WhatsApp, e a conversa começa por aí.
Antes de mandar
Perguntas frequentes
Precisa marcar reunião?
Não. A conversa acontece pelo WhatsApp, no seu ritmo, com perguntas e respostas por escrito ou por áudio. Se você preferir uma chamada, é só pedir.
Vocês atendem fora da minha cidade?
Sim. Todo o trabalho é feito à distância — conversa, aprovação das páginas e publicação — sem visita e sem deslocamento.
Posso mandar áudio em vez de escrever?
Pode. Muita gente explica melhor falando. A gente transcreve o que importa e devolve por escrito para você confirmar.
E se eu não souber explicar o que quero?
É o normal. Você conta o que a sua empresa faz e a gente pergunta o resto — é da nossa parte descobrir o que o site precisa ter.
Já tenho um site. Dá para refazer?
Dá. Começa do mesmo jeito: você manda o endereço atual e conta o que ele não faz. O que presta é aproveitado; o resto é feito de novo.
Quem vai me atender?
Quem faz o trabalho. Não existe central de atendimento nem número de protocolo: a pessoa que responde a sua mensagem é a que vai desenhar, escrever e programar o seu site.